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One Re atribuído IFS ‘BBB-‘ pela Fitch com perspectiva estável.

LONDRES, 1 de novembro (Fitch) Fitch Ratings atribuiu baseada no Reino Unido One Re Ltd (One Re) um Rating de força financeira seguradora (IFS) de ‘BBB-‘ com perspectiva estável.
CHAVE de CLASSIFICAÇÃO DRIVERS o rating reflete a capitalização forte de One Re – que Fitch espera ser mantido – um ambiente regulatório forte no Reino Unido e da empresa experiente equipe de gestão com um forte histórico no mercado de seguro Africano. A classificação é limitada pela natureza de start-up da empresa, pequeno tamanho e escala e fraca rentabilidade, que Fitch espera melhorar como a empresa cresce.
One Re é um ressegurador londrino pequeno, especializado subscrição de riscos de não-vida curta-cauda na África sub-Saharan. Começou subscrição em 2015, após a aprovação da respectiva licença no Reino Unido.
One Re CEO, Andrew Lewis, disse, “nós somos incentivados com essa classificação que indica a nossa estratégia de ser baseada em Londres está trabalhando, dando-na credibilidade financeira e transparência que falta no continente africano.
Acreditamos que essa classificação nos coloca em uma posição excelente para o crescimento considerável do exercício de subscrição de 2017 e estamos ansiosos para trabalhar em estreita colaboração com nossos parceiros africanos de Cedent e suportam a nossos corretores para fornecer seguro resseguro.”

Fitch Rating

Editorial: Vários sinais positivos, por Alex St. James

16 de Dezembro de 2015
VÁRIOS SINAIS POSITIVOS
por
ALEX ST JAMES, Director de Operações e Subscrições – One Re, Londres

As perspectivas da economia africana e o respectivo sector de seguros não parecem muito brilhantes neste momento; no entanto os sinais positivos são múltiplos para as economias do continente, os mercados locais de seguro e resseguro e a indústria internacional de resseguros.

Apesar de um enfraquecimento mundial do mercado, dado a ocorrência de catástrofes naturais benignas e o excesso da capacidade mundial alimentado pela inexistência de rentabilidade dos investimentos nos mercados tradicionais, as seguradoras e resseguradoras conseguem resultados razoáveis de subscrição e crescimento. A actividade relativa a fusões e aquisições é importante no sector do seguro internacional, contudo, esta actividade, em vez de constituir um meio par realizar economias, é ditada pela necessidade de crescimento e de canais e plataformas de distribuição que dão acesso a novos mercados. Enquanto a Europa implementa um plano de Solvência II, e o resto do mundo implementa regulamentos similares de avaliação do capital-risco, as seguradoras e resseguradoras internacionais interessam-se não só à qualidade dos novos contratos que subscrevem mas também à qualidade das empresas e dos mercados em que operam.

NOVA ORIENTAÇÃO
Para as empresas africanas, com a introdução por parte dos reguladores de testes de solvência baseados nos modelos de capital-risco, como acontece na África do sul com a SAM, além de melhorar a transparência dos balanços das seguradoras locais, será necessária uma visão mais internacional da abordagem da transferência de riscos e qualidade da protecção de resseguro adquirida pelas referidas empresas. Além disso, tal tem como consequência de introduzir um processo laborioso de avaliação dos clientes, devidas verificações preliminares reforçadas, controlo de sanções dos administradores e accionistas, pessoas politicamente expostas, através de um departamento de conformidade avesso ao risco, sendo que as resseguradoras analisam os riscos políticos, riscos de segurança e riscos de falta de pagamento. As sementes plantadas na economia africana ao longo dos últimos 15 anos pareciam firmemente enraizadas em solo fértil, e portanto a África era considerada como resiliente às forças dos mercados externos e mundiais. No entanto, a África deve agora enfrentar uma redução drástica do preço das matérias-primas ao mesmo tempo que a falta terrível de energia eléctrica, uma incerteza e instabilidade política, níveis elevados da dívida estrangeira e desvalorizações monetárias. As perspectivas para a economia e o crescimento da África, segundo as agências de crédito, os gestores de fundos e analistas económicos parecem totalmente desfavoráveis.

QUAIS AS PERSPECTIVAS PARA O SECTOR DE SEGUROS/RESSEGUROS?
O sector de resseguros da região subsariana caracteriza-se pelo alto nível de competição entre as resseguradoras locais e regionais, para quaisquer negócios que podem garantir localmente, quer seja através de cessões obrigatórias ou exigências mínimas de retenção local por parte das empresas cedentes. Os benefícios do crescimento da África ao longo dos últimos 15 anos, alimentado principalmente pela explosão dos recursos, e a ausência de perdas significativas por catástrofes também ajudaram a indústria africana de seguros no seu conjunto. Ao longo dos últimos anos, as resseguradoras africanas à procura de crescimento adicional e querendo diversificar a carteira alargaram o perímetro de subscrição incluindo territórios como o Médio-Oriente, a Índia, a Tailândia, a Malásia, as Filipinas e o Nepal. Cada vez mais, as resseguradoras africanas procuram tornar-se resseguradoras mundiais. Todavia, as estratégias de subscrição pouco elaboradas por parte destas resseguradoras não produziram os resultados previstos de subscrição, de modo que os negócios rentáveis bem estabelecidos foram afectados pela exposição aos riscos de catástrofe que não foram considerados nem nos modelos de preços nem nos custos de aquisição de retrocessão.

FUSÕES E AQUISIÇÕES
As seguradoras procuraram também acelerar o crescimento com o alargamento do perímetro de subscrição oferecendo resseguros facultativos além das fronteiras, aos territórios vizinhos. Os maiores grupos de seguros que querem estabelecer uma verdadeira marca pan-africana, adquirem operações nos novos países a um nível sem precedentes e pagam montantes sem precedentes para o efeito. No entanto, as divergências em termos de abordagem regulamentar nos diferentes mercados, as várias exigências de solvência e capital, retenções e cessões obrigatórias significa que é raro conciliar todas as normas de operação, abordagens da subscrição ou acordos de resseguro de grupo. A falta de um grande grupo de profissionais da indústria implica custos elevados a cargo das empresas para introduzir normas de boas práticas aplicáveis a todas as actividades.

As seguradoras e resseguradoras africanas confrontaram-se com dificuldades de controlo de crédito durante muitos anos o que, em vários mercados, teve um impacto imediato para as seguradoras que foram forçadas a cancelar grandes volumes de prémios não cobrados com a introdução de novas normas de contabilidade e legislação. As resseguradoras internacionais, além das dificuldades para cobrar os prémios de resseguro junto das empresas cedentes africanas, são também afectadas pela falta de liquidez das reservas cambiais em toda a África, e para várias seguradoras locais é quase impossível obter as divisas estrangeiras necessárias para cumprir os tratados de resseguro e resseguros facultativos obrigatórios.

INCLUSÃO LOCAL
Os governos africanos dispõem de um mandato para aumentar o nível de inclusão local no comércio e na indústria, criar emprego e distribuir a riqueza localmente. O seguro e o resseguro não são vistos como um caso particular necessitando uma abordagem específica para cumprir este objectivo e a transferência de riscos e de prémios fora dos mercados africanos é vista como uma exportação indesejável de moeda forte, de oportunidades de emprego e imposto sobre as sociedades, que são essenciais para a economia local. A supervisão e aplicação dos regulamentos evoluem progressivamente garantindo uma maior estabilidade do mercado em vez de reagir às transgressões individuais das seguradoras. Novas regras de cobrança dos prémios, tarifários e comités de direcção, aprovação regulamentar dos contratos de resseguro, multas e sanções regulamentares severas em caso de transgressão das regras por parte das seguradoras e resseguradoras tanto locais como internacionais e talvez mais importante, a emergência em toda a África, segundo o modelo da África do Sul, conduzem a uma abordagem baseada no risco da solvência. O endurecimento do contexto regulamentar africano é uma força para o bem, protegendo os mercados locais contra a própria competitividade necessária considerando a oferta excessiva de seguro local evidenciada pelo número de seguradoras que operam em mercados relativamente pequenos. Novos operadores nos mercados, em particular empresas internacionais com importantes meios financeiros, já não têm a possibilidade de vender com prejuízo para conseguir partes do mercado e devem competir em pé de igualdade. As seguradoras que oferecem programas globais a grandes organizações multinacionais podem denunciar as ingerências dos reguladores relativamente à colocação do risco enquanto retenções mínimas são fixadas e em muitos casos, cessões de resseguro obrigatórias são exigidas, antes da aprovação e autorização do resseguro internacional pelos reguladores. Porém, tal nível de supervisão é necessário uma vez que os mercados africanos de seguros aceitaram durante muito anos acordos de fachada para riscos elevados em troca de uma taxa ou comissão reduzida com uma participação mínima ou inexistente no próprio risco. As resseguradoras mundiais operam com margens operacionais decrescentes, com uma redução dos rendimentos de investimento e um aumento da concorrência com a chegada de novos fornecedores de capacidade, no entanto, as resseguradoras ainda mantêm um crescimento positivo e obtêm resultados sólidos de subscrição num mercado considerado como deprimido. Sem dúvida que há uma oferta de capacidade sem precedentes em matéria da protecção contra as catástrofes naturais ao nível mundial, e tal oferta resultou no enfraquecimento dos mercados mundiais de resseguro, o que parece uma evolução lógica num mundo onde a urbanização aumenta, as concentrações humanas e imobiliárias são mais cada vez mais concentradas em megacidades sempre em expansão e prestes a atingir o nível de metrópoles, e a garantia crescente que as catástrofes naturais serão de maior amplitude em termos de impacto financeiro no futuro. Por isso, a capacidade de resseguro mundial deve acompanhar a economia mundial.

IMPACTO REGULAMENTAR
As resseguradoras e seguradoras internacionais que procuram negócios na África devem conhecer a legislação local relativa aos seguros assim como as consequências para eles e os seus clientes em caso de infração. As exigências de conformidade de controlo de sanções, verificações preliminares reforçadas e políticas de luta contra a corrupção tornam os processos de avaliação dos clientes mais complicados do que nunca. A lei britânica relativa à escravagem moderna tem implicações para as seguradoras e as resseguradoras baseadas no Reino-Unido que garantem a extracção ou o transporte de minerais cuja proveniência é incerta. Para as seguradoras africanas, o conhecimento das evoluções dos regulamentos nos mercados internacionais é igualmente importante. Por exemplo, ao estabelecer contratos com empresas baseadas no Reino-Unido, as alterações da Lei de 2015 relativa aos seguros cuja aplicação é prevista para 2016, implicam uma carga maior em termos de informação por parte dos ressegurados que fazem a escolha de celebrar contratos de resseguros sujeitos às leis e jurisdição da Inglaterra. As perspectivas económicas para a África, apesar de fortes turbulências como a desvalorização permanente das moedas locais e a ameaça de uma baixa de notação de crédito, continuam favoráveis. As previsões de crescimento para a África continuam mais elevadas do que nos países desenvolvidos e os investimentos em infraestruturas, apesar de diminuírem, não pararam totalmente. Os níveis de investimento estrangeiro em África continuaram a crescer regularmente, ano após ano, e os níveis de investimento e valores de projectos cada vez mais elevados irão requer um acesso cada vez maior a uma capacidade internacional. A curto prazo, as perspectivas de 2016 para o mercado de resseguros continuam comerciais; as resseguradoras mundiais procuram cada vez mais melhorar os seus canais de distribuição nos mercados emergentes.
A África continua a representar uma oportunidade para obter negócios muitas vezes com uma classificação mais elevada que nos mercados mais desenvolvidos, com uma maior procura de capacidade de resseguro facultativo proporcional. As seguradoras africanas que concentraram-se nos seus mercados principais e registaram uma contabilidade rentável vão continuar a ser atractivos para as resseguradoras especializadas nos tratados. A sensibilização crescente a exposições globais e ao capital-risco resultará no aumento de pedidos de protecção do capital sob a forma de resseguro de risco individual não-proporcional e de tratado de catástrofes naturais.
As perspectivas, do ponto de vista de One Re, continuam favoráveis, continuamos ligados à África e, na qualidade de resseguradora inteiramente focalizada na África, a estabilidade e resiliência da indústria africana de seguros constitui um interesse directo. Com 20 anos de experiência como proprietários ou operador de empresas de seguros e resseguros em toda a África, conhecemos muito bem os desafios, obstáculos e riscos a enfrentar juntamente com os nossos clientes ao exercer neste contexto.

Tendo ultrapassado vários destes desafios e provado o nosso valor, somos capazes de ajustar correctamente o nosso modelo de risco e ver muito mais oportunidades do que ameaças para o futuro.

Artigo publicado na edição de dezembro de 2015 de Cover Magazine.

One Re adiciona Alison Mitchell à sua equipa de subscrição

A One Re adicionou a subscritora Alison Mitchell à sua equipa como parte da expansão das suas operações em 2015.

Tendo préviamente trabalhado para grandes empresas de riscos globais na assessoria de contas multinacionais através de vários ramos de negócios, a Alison tem mais de vinte e cinco anos de experiência como subscritora.

A Alison é membro do Chartered Insurance Institute (Reino Unido) e é qualificada como Chartered Insurer (ACII).

“Temos muito prazer de adicionar a Alison à nossa equipa de subscritores e profissionais de seguros e resseguros altamente experiente.”  Disse Andrew Lewis, Presidente Executivo da One Re. “A experiência de Alison em riscos globais, especialmente nos sectores industriais em desenvolvimento em África, a torna numa valiosa colaboradora para a One Re onde a sua contribuição se sentiu imediatamente.”

Primeira resseguradora focada inteiramente em África a receber autorização das entidades reguladoras do Reino Unido

Londres, Joanesburgo, Paris, Lagos – A One Re, uma nova resseguradora no ramo não-vida, focada inteiramente em negócios emanados do continente africano, recebeu a aprovação das entidades reguladoras do Reino Unido.

A empresa é a primeira resseguradora tradicional recém-criada a receber aprovação nos termos do novo regime regulador do Reino Unido, que entrou em vigor em abril de 2013.

A One Re oferece a empresas de seguros africanas soluções de resseguro apropriadamente capitalizadas e transparentes, amparadas por notações de crédito e a forte supervisão das entidades reguladoras do Reino Unido, a Prudential Regulation Authority (PRA) e a Financial Conduct Authority (FCA).

Os fundadores investiram um capital inícial de USD 50,000,000 para financiar a resseguradora sedeada em Londres.

De acordo com o co-fundador e Administrador Delegado da One Re, o Sr. Andrew Lewis, “a One Re está empenhada em alavancar os seus resultados positivos, obtidos durante quinze anos de experiência no mercado africano, para apoiar o crescimento de África.”

Mr Lewis said global investors’ return to Africa has provided a great opportunity for local markets in Africa to develop and grow their local reinsurance sector.

A empresa goza do apoio de resseguradoras internacionais, classificadas com uma notação ‘A’, que proporcionam capacidade e proteção à carteira da One Re.

Afirmou Lewis: “Regista-se, sem dúvida, um renovado apetite de risco a nível global. Os mercados da África subsaariana têm sido alvo de renovado interesse por parte dos investidores, o que gerou um aumento da procura de produtos de seguro e resseguro em África.”

Os grandes projectos de infraestruturas e os desenvolvimentos actuais em África impulsionam a procura de resseguros. De acordo com as últimas previsões do FMI, a região da África subsaariana continuará a ser a região com a segunda maior taxa de crescimento no mundo em 2015, com um crescimento previsto de 5,75%.

“Os três factores-chave necessários para assegurar o crescimento dos mercados de resseguros em África são (1) conhecimentos especializados e perícias técnicas dos riscos em África, (2) formação no país, desenvolvimento de competências e transferência de conhecimentos e (3) o aumento da retenção de riscos e prémios em África,” disse Lewis.

Afirmou que o aprimoramento dos conhecimentos e competências locais no domínio dos seguros nos mercados africanos constitui a prioridade da One Re.

Para responder a este desafio, a One Re prevê investir no estabelecimento de instituições e programas de formação adaptados especificamente para o mercado segurador africano.

“A One Re está completamente focada em África, o nosso sucesso depende do sucesso de toda a indústria seguradora africana. Os nossos acionistas, a par da maioria dos executivos, são africanos e têm trabalhado em África há mais de duas décadas; temos confiança no continente africano e no crescimento do sector,” afirmou Lewis.